soldados da borracha

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Compra do livro - Soldados da Borracha - Os Heróis Esquecidos

 Se você ficou interessado em adquirir um exemplar do livro soldados da borracha- hérois esquecidos. Informo que ele está disponível para vendas no site da SARAIVA por R$78,00. O livro esta lindo e vale a pena conhecer essa parte da História do Brasil.

http://www.saraiva.com.br/soldados-da-borracha-os-herois-esquecidos-9197253.html

Ao mesmo tempo em que a Segunda Grande Guerra convulsionava o mundo, no interior do Brasil um drama silencioso e quase invisível estava em curso. Milhares de homens e mulheres foram enviados do Nordeste para a Amazônia como parte do esforço de guerra conhecido como a “Batalha da Borracha”. O livro Soldados da Borracha: os heróis esquecidos traz à luz este capítulo pouco conhecido da nossa história, obra que recebe o apoio do Minc – Ministério da Cultura do Governo Federal.
PESO0.44 Kg
EDITORAESCRITURAS
I.S.B.N.9788575316450
ALTURA28.50 cm
LARGURA27.50 cm
PROFUNDIDADE2.50 cm
NÚMERO DE PÁGINAS256
IDIOMAPortuguês
ACABAMENTOEncadernado
CÓD. BARRAS9788575316450
ANO DA EDIÇÃO2015
AUTORMatsui , Taro

Livro Soldados da Borracha heróis esquecidos. Lançamento

REtirado do site: 
http://www.opovo.com.br/app/opovo/vidaearte/2016/02/18/noticiasjornalvidaearte,3576632/soldados-esquecidos.shtml

MEMÓRIA. BATALHA DA BORRACHA 18/02/2016

Soldados esquecidos

Livro e documentário revivem história de homens enviados à Amazônia para o fornecimento de matéria-prima aos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial
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ACERVO MAUC/ DIVULGAÇÃO ACERVO ANA MARIA ASSIS RIBEIRO/ DIVULGAÇÃO
A partida dos primeiros soldados para a Amazônia aconteceu em 1943Sa0)

No final dos anos 1990, a então repórter especial doO POVO, Ariadne Araújo, saiu da redação com o objetivo de escrever uma matéria sobre versos eróticos e obscenos. De um dos entrevistados, o cearense João Amaro, na época com 68 anos, recebeu um livro de poemas picantes e uma carta datilografada na qual narrava um lado quase esquecido de sua vida: seus dias de soldado de borracha, metido no coração da Amazônia - o inferno verde - para a extração do látex que seria usado pelos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial.


“Picada pelo mosquito da curiosidade, pelo desejo de saber mais, de investigar aquela história desconhecida, misto de tragédia e aventura, peguei as malas e fui buscar o passado de João Amaro nos igarapés amazônicos, nas margens dos rios barrentos, navegando em canoas ligeiras, balançando na altura da palafitas”, conta Ariadne. Em junho de 1998, com a chamada “Nordestinos viram escravos nos seringais da Amazônia”, publicou o suplemento especial Soldados da Borracha.

Dezoito anos depois dessa aventura, Ariadne participa amanhã, 19, às 19 horas, no Espaço O POVO de Cultura & Arte, do lançamento do livro Soldados da Borracha: Os Heróis Esquecidos, projeto do cineasta cearense Wolney Oliveira com textos da jornalista e do historiador Marcos Vinícius Neves. Até o final do ano, Wolney também deve concluir o documentário A Guerra da Borracha, que visita os sobreviventes do episódio e a luta pelo reconhecimento dos seus direitos.

“O governo brasileiro patrocinou um verdadeiro genocídio. Do total de 55 mil homens, aproximadamente 25 mil morreram no primeiro ano”, argumenta Wolney, que embasou sua pesquisa em depoimentos de sobreviventes, dados oficiais e no acervo histórico disponibilizado pelo Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (Mauc).

O livro, ricamente ilustrado com fotos, mapas, cartazes e páginas de jornais, ajuda a traçar um panorama sobre a situação precária em que viviam aqueles milhares de homens e mulheres que abandonavam seus estados em busca de trabalho e bons salários nos idos de 1940. Uma caravana de estudantes cearenses, enviada aos seringais para estudar o cenário na época, trouxe o registro de 23 mil mortes causadas por malária, meningite, febre amarela, beribéri, icterícia e ferimentos não cuidados.

Dos soldados que sobreviveram, nenhum assistiu à equiparação de seus direitos aos dos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB), como havia sido prometido pelo governo Vargas. Decorridos 70 anos, continuam lutando junto ao Congresso Nacional, à Organização das Nações Unidas (ONU) e à Corte Internacional da Organização dos Estados Americanos (OEA).

O POVO online

Veja vídeo sobre a matéria em www.opovo.com.br/videos
além do caderno Soldados da Borracha, e entrevista com a autora emwww.opovo.com.br

SERVIÇO

Lançamento do livro Soldados da Borracha
Quando: amanhã, 19, às 19 horas
Onde: Espaço O POVO de Cultura & Arte (av. Aguanambi, 282 - Joaquim Távora)
Entrada franca
Telefone: 3255 6037


segunda-feira, 2 de março de 2015

BENEFÍCIOS: Indenização aos Soldados da Borracha estará disponível nesta segunda-feira

ATENÇÃO! 

BENEFÍCIOS: Indenização aos Soldados da Borracha estará disponível nesta segunda-feira (2.3.2015)

27/02/2015 19:08

Da Redação (Brasília) – O Ministério da Previdência Social deposita nesta segunda-feira (2), a indenização no valor de R$ 25 mil cada, para os Soldados da Borracha, como são conhecidos os seringueiros que atuaram na extração de látex durante a 2ª Guerra Mundial. Os dependentes dos seringueiros que já faleceram também farão jus à indenização. O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, destacou que “a indenização foi determinada como forma de reconhecimento pelo nobre serviço que estes trabalhadores prestaram ao país”.

Serão repassados no total R$ 289 milhões, para 11. 900 beneficiários. A maior parte deles está atualmente no estado Acre (6.895), seguido pelo Amazonas (1.817) e Rondônia (1.637). Os soldados da borracha já são beneficiários regulares da Previdência Social, de acordo com legislação especial.

O recurso será pago por meio da conta corrente por meio da qual os segurados recebem o benefício previdenciário. Para os que possuem apenas o cartão magnético, será necessário se dirigir ao banco. A indenização foi determinada pela Emenda Constitucional nº 78, de 14 de maio de 2014.

Informações para a Imprensa
Natália Oliveira
(61) 2021-5321
Ascom/MPS


Acesse o site:
http://www.previdencia.gov.br/noticias/beneficios-indenizacao-aos-soldados-da-borracha-estara-disponivel-nesta-segunda-feira-2/


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Justiça para os Soldados da Borracha

  Saiu no último domingo (25.1.2015) uma máteria de autoria do jornalista Carlos Mendes no jornal Diário do Pará que trata sobre a AÇÃO CIVIL PÚBLICA promovida pela Defensoria Pública Estadual do Pará e Defensoria Pública da União no Pará em prol dos soldados da borracha.  
   
  A matéria é intitulada "Justiça para os Soldados da Borracha" e expõe de maneira clara os objetivos da ação de indenização, trás um quadro elucidativo com números utilizados nas pesquisas que fundamentam a petição e reforça a necessidade de discussão desta violação de Direitos Humanos.

  Agradeço ao jornalista Carlos Mendes pelo brilhantismo e clareza no texto.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Matéria Blog Sem juízo - Marcelo Semer

....Defensorias querem resgatar direitos dos “soldados da borracha”....

 

  Vítimas de recrutamento ardiloso e negligência estatal, quase metade dos 60.000 trabalhadores pereceram na Amazônia

 


A Defensoria Pública da União no Pará e a Defensoria Pública do Estado do Pará ajuizaram conjuntamente, no último dia 10 de dezembro, AÇÃO CIVIL PÚBLICA visando reparar uma injustiça histórica.

O Estado Brasileiro e o EUA arregimentaram cerca de 60 mil brasileiros, em sua maioria nordestinos para trabalharem como “soldados da borracha” -recrutados pelo aparato repressor do Estado Novo para trabalhar, como seringueiros, na região amazônica a fim de suprir as necessidades de borracha da máquina de guerra dos Aliados, bem como os nativos daquela região, os quais, atendendo a apelo do Governo brasileiro, contribuíram para esse esforço de guerra.

Por trás das falsas promessas de vida nova, havia um contrato de trabalho em condições análogas à de escravos e um ambiente permeado por doenças tropicais e animais hostis. Em razão disso, dizem os defensores, “quase metade desapareceu na selva ou morreu em razão das péssimas condições de transporte, do alojamento, dos surtos epidêmicos (malária, febre amarela, beribéri e icterícia), dos ataques dos animais e índios e da péssima alimentação”.  Até hoje, pouco se fez por essas pessoas e seus familiares.

A ACP pretende reconstruir o direito das vítimas desse recrutamento ardiloso, de condições de trabalho desumanas e de total abandono moral e material por várias décadas, os soldados da borracha sobreviventes e seus sucessores, especialmente a responsabilidade da União pela forma de arregimentação e negligência quanto a direitos e condições sanitárias.

Entre os pedidos das defensorias, estão o de que seja pago “indenização de, no mínimo, R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), para cada soldado da borracha (extensível aos dependentes); seja criada Comissão como objetivo reconstituir a verdade sobre os Soldados da Borracha; destinada reparação de 25 milhões de reais coletiva para fundos de Direitos Humanos e a construção de um memorial homenageando as vítimas.

Leia aqui a íntegra da ação 
 
 http://blog-sem-juizo.blogspot.com.br/

Matéria sobre os soldados da borracha na Folha de São Paulo

No último dia 5 de janeiro o jornal de circulação nacional Folha de São Paulo públicou em seu site uma matéria a respeito da longa espera que os soldados da borracha sofrem para receberem as suas indenizações.

A matéria intitulada "Soldados da Borracha da Amazônia na 2ª Guerra esperam indenizações trás os depoimentos de Manuel Viriato que na época foi recrutado pelo Governo brasileiro aos 17 anos e nunca mais voltou à sua terra natal e de Manuel Ferreira Brito, natural do Amazonas, relata os sofrimentos enfrentados na selva.

Eis aqui o link: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/01/1570535-enviados-aos-seringais-da-amazonia-na-2-guerra-esperam-indenizacoes.shtml

Boa leitura!!!!
Marlene Bergamo/ Folhapress
 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Programa MAIS - RBA domingo 21.12.14


Neste próximo domingo(21.12)às 8h da manhã vai ao ar o Programa MAIS na TV RBA - Band, o jornalista Guilherme me recebeu para debater a Ação Civil Pública em favor dos soldados da borracha e as violações de Direitos Humanos sofridas ao longo dos anos.

Esta ação em parceria com a Defensoria Pública da União de Belém objetiva elevar a indenização concedida pelo Governo Federal através da Emenda Constitucional n.º78/2014 aos soldados da borracha e seus dependentes, a criação de um monumento, a digitalização dos documentos históricos contidos no Museu do Seringueiro no Acre, a criação da Comissão da Verdade do período do Estado Novo, a inclusão desta temática nos livros de História do Brasil e no plano curricular nacional da educação.

Não percam!